Laudo revela que menino Rhuan que teve pênis cortado levou 12 facadas e foi degolado vivo

O resultado do laudo cadavérico detalha a crueldade com que Rhuan Maycon da Silva Castro, 9 anos, foi assassinado em Samambaia.

De acordo com a Polícia Civil, o menino levou 12 facadas, sendo uma no peito enquanto dormia. Assustada, a vítima ainda se levantou e ficou ajoelhada ao lado da cama. Em seguida, levou mais 11 golpes desferidos por Rosana Auri da Silva Cândido, 27 anos, sua própria mãe.

O laudo apontou ainda que, quando a cabeça de Rhuan foi arrancada, os sinais vitais do menino ainda estavam presentes.

Segundo a PCDF, enquanto a mãe começava a esquartejar o corpo, a companheira dela, Kacyla Priscyla Santiago Damasceno, 28, acendia a churrasqueira. Ela teria segurado o garoto durante o esfaqueamento.

A ideia das criminosas, segundo o delegado adjunto da 26ª DP (Samambaia), Guilherme Melo, era assar as partes do corpo, fazendo com que a carne se desprendesse dos ossos.

As mulheres chegaram a comprar um martelo com a intenção de triturar os ossos do menino.

De acordo com o médico-legista Christopher Diego Beraldi Martins, a mãe retirou toda a pele do rosto da criança, que seria colocada na churrasqueira e jogada em um vaso sanitário.

Para tornar o corpo ainda mais irreconhecível, a própria mãe também tentou retirar, com a faca, os globos oculares de Rhuan.